quarta-feira, 26 de junho de 2013

                                   Situação de Aprendizagem-Texto:No aeroporto(Carlos Drummond de Andrade)
Público- Alvo: 6 ª série - 7 º ano
Objetivos:
Despertar no aluno o gosto e o interesse pela leitura;
Estimular o senso crítico dos alunos;
Desenvolver a capacidade de compreensão além da decodificação,através de reflexões
                                   Pré-leitura

a) Vocês conhecem um aeroporto?
b) Como vocês imaginam um aeroporto?
c)O que existe em um aeroporto?

                                   
                                  Análise e Interpretação Textual
1)Qual é o gênero do texto?
2)Quais são as personagens do texto?
3)Identifique a ideia central do  texto?
4) "De repente o aeroporto ficou vazio".O que o narrador quis  dizer com essa frase? Justifique.
5)Lendo o 3º parágrafo,sua opinião a respeito da personalidade do visitante mudou? Justifique.
6)" Embora Pedro seja extremamente parco de palavras..." A palavra parco poderia ser substituída,sem perder o sentido,por:
(a)rico                                              (c)limitado
(b)conhecedor                                    (d)incoerente

7)Pesquisar sobre vários aeroportos brasileiros.
8) Que final,você daria para esse texto?

quinta-feira, 20 de junho de 2013


 













 
 
Situação de Aprendizagem Texto Crônica  "Avestruz"

Crônica
Avestruz / Mário Prata
Público Alvo: 5ª série / 6º ano

Duração: 6 aulas

Objetivos:

Recursos:Vídeos sobre Avestruz e Cópias do Texto "Avestruz" de Mário Prata.

Etapas:
1. Ativação de conhecimentos de mundo:

Qual é o título do texto que vocês receberam?
O que é uma avestruz?
Você conhece uma avestruz?
Com o uso de dicionário, o aluno deve identificar o vocábulo “avestruz” e entender que se trata de um substantivo de dois gêneros.
    
       1.1–Antecipação ou predição de conteúdos:
Você conhece um avestruz?
Alguém já viu um?
Descreva como é;
Sabe como é?
Como você imagina que seja um avestruz?


      1.2Vamos ver um filminho sobre essa ave?

http://youtu.be/0BPvWSD82KE

      1.3 –Checagem de hipóteses:
Sua opinião mudou a respeito do que você pensava sobre a avestruz? Por quê?


2-Depois, o professor deve fazer a leitura oral do texto de Mário Prata.

                                                       Avestruz– Mario Prata

O filho de uma grande amiga pediu, de presente pelos seus 10 anos, um avestruz. Cismou, fazer o quê? Moram em um apartamento em Higienópolis, São Paulo. E ela me mandou um e-mail dizendo que a culpa era minha. Sim, porque foi aqui ao lado da casa, em Floripa, que o menino conheceu os avestruzes. Tem uma plantação, digo, criação deles. Aquilo impressionou o garoto. Culpado, fui até o local saber se eles vendiam filhotes de avestruz. E se entregavam em domicílio. E fiquei a observar a ave. Se é que podemos chamar aquilo de ave. O avestruz foi um erro da natureza, Deus devia estar muito cansado e cometeu alguns erros. Deve ter criado primeiro o corpo, que se assemelha, em tamanho, a um boi. Sabe quanto pesa um avestruz? Entre 100 a 160 quilos. Fui logo avisando à minha amiga. E a altura pode chegar a quase 3 metros -- 2,70, para ser mais exato. Mas eu estava falando da sua criação por Deus. Colocou um pedaço que não tem absolutamente nada a ver com o corpo. Não devia mais ter estoque de asas no paraíso, então colocou asas atrofiadas. Talvez até sabiamente, para evitar que saíssem voando em bandos por aí, assustando as demais aves normais. Outra coisa que faltou foram dedos para os pés. Colocou apenas dois dedos em cada pé. Sacanagem, Senhor! Depois olhou para sua obra e não sabia se era uma ave ou um camelo. Tanto é que, logo depois, Adão, dando os nomes a tudo o que via pela frente, olhou para aquele ser meio abominável e disse: *Struthio camelus australis*. Que é o nome oficial da coisa. Acho que o struthio deve ser aquele pescoço fino em forma de salsicha. Pois um animal daquele tamanho, deveria botar ovos proporcionais ao seu corpo. Outro erro. É grande, mas nem tanto. E me explicava o criador que os avestruzes vivem até os 70 anos e se reproduzem plenamente até os 40, entrando depois na menopausa. Não têm, portanto, TPM. Uma fêmea de avestruz com TPM é perigosíssima! Podem gerar de dez a trinta crias por ano, expliquei ao garoto, filho da minha amiga. Pois ele ficou mais animado ainda, imaginando aquele bando de avestruzes correndo pela sala do apartamento. Ele insiste; quer que eu leve um avestruz para ele de avião, no domingo. Não sabia mais o que fazer. Foi quando descobri que eles comem o que encontram pela frente, inclusive pedaços de ferro e madeira. Joguinhos eletrônicos, por exemplo. Máquina digital de fotografia, times inteiros de futebol de botão e, principalmente, chuteiras. E, se descuidar, um mouse de vez em quando cai bem. Parece que convenci o garoto. Me telefonou e disse que troca o avestruz por cinco gaivotas e um urubu. Pedi para a minha amiga levar o garoto a um psicólogo. Afinal, tenho mais o que fazer do que ser gigolô de avestruz. PRATA, Mário. Avestruz. 5ª série/6° ano vol. 2.
Caderno aluno p. 9 Caderno do professor p.18



Para discutir as questões do Gênero do texto, o professor poderá se utilizar dos seguintes questionamentos, oral e/ou escrito:


Quem escreveu?

Onde foi divulgado?

Para quem?

Qual a intenção?



Para estudar a finalidade do texto, o professor poderá propor uma atividade que leve os alunos pensarem sobre:


Para quem foi escrito o texto?
Qual era a intenção?


Poderá ser solicitado ao aluno uma produção textual sobre um relato de seu Bichinho de Estimação ou sobre o animal que gostaria de ter como de Estimação.

Para que o aluno possa aprofundar suas reflexões sobre o assunto, relacionado com o texto Avestruz ,o professor poderá passar fragmentos do filme:

"Os pinguins do papai", estrelado por Jim Carrey, dirigido por Mark Waters.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM
 
MEU PRIMEIRO BEIJO - ANTONIO BARRETO
 
Série : 7º ano
 
Duração : 6 aulas
 
Recurso : Cópia do texto aos alunos
 
1ª etapa: 2 aulas
 
     Apresentação do gênero e tipo textual, indicação de como encontrar os elementos da narrativa, explicitá-los.
     Leitura compartilhada retirando do texto palavras desconhecidas e palavras chave.
     Através do dicionário, encontrar os verbetes para substituir as palavras por sinônimos.
 
2ª etapa: 2 aulas
 
     Leitura feita pelo professor com toda entonação necessária para auxiliar na interpretação;
     Retirar do texto todos os elementos da narrativa apresentados, procurar se possível o porquê do uso dos codinomes: "cultura inútil", "culta", "Paracelso", "Bactéria falante";
     Compreensão do texto, comentário sobre o enredo, apresentação de análise literária.
 
3ª etapa: 2 aulas
 
     Produção de conto apresentando todos os elementos da narrativa possíveis, a escolha dos nomes e características dos  personagens de acordo como o contexto.

domingo, 16 de junho de 2013

Telma Silva
Meu depoimento sobre leitura....
Desde criança sempre tive muito contato com a leitura, já que meus pais sempre me incentivaram a ler.

Assim alguns colegas, tive grande contato com a literatura através a oralidade. Tanto minha avó materna quanto a materna sempre foram grandes contadoras de história e meu pai um grande contador de “causos”.

Até hoje me recordo dessas histórias com muita saudade, e procuro incentivar meus alunos a lerem muito. Esse é claro não é um trabalho fácil, mas percebo que quando demonstramos o amor que temos por este “mundo literário”, os alunos acabam se contagiando e tenho colhidos bons frutos em minha prática pedagógica.

14 de junho de 2013 09:59
Telma Silva
16 de junho de 2013 13:53

sábado, 8 de junho de 2013

Meu deoimento sobre leitura :
A vida é cheia de lembranças , nessas lembranças estão armazenados acontecimentos marcantes , me recordo que ainda com 9 anos de idade, minha mãe e meu pai me presentearam com uma coleção de livros da Disney ,onde cada livro estava relacionado a uma estação do ano , com histórias que me chamavam a atenção, onde lia e relia várias e várias vezes , não sei como conseguiram comprar pois não tínhamos dinheiro ,mas agora , depois de mais de 25 anos ainda consigo sentir a mesma sensação e o sabor daquelas hitórias, onde podia viajar em um mundo totalmente desconhecido para mim. Também me recordo das revistinhas "Nosso Amiguinho " que era muito cara na época e nao tinhamos condições de compra-las, mas uma amiga de meus pais trazia, de graça ,as que tinham falhas de impressão e as edições antigas , era fascinante ler , pois era e ainda é uma revista interativa , eu e meu irmão ficávamos horas fazendo as atividades e lendo as histórias, mas deixei para o final a melhor a lembrança sobre leitura e a mais marcante que nunca vou esquecer e a pratico até hoje , graças ao incentivo e ao exemplo de meus pais, é a leitura da Bíblia, onde encontramos histórias fascinantes que me ajudam a viver melhor e a amar o meu próximo.


E hoje, tento mostrar a meus alunos esse mundo que pode ser explorado de diversas maneiras , incentivando-os a embarcarem em aventuras jamais vividas.
Evelyn Souza Pacheco Mendes

sexta-feira, 7 de junho de 2013


Poema "Aula de leitura"

Ricardo Azevedo


A leitura é muito mais
do que decifrar palavras.
Quem quiser parar pra ver
pode até se surpreender:
vai ler nas folhas do chão,
se é outono ou se é verão;
nas ondas soltas do mar,
se é hora de navegar;
e no jeito da pessoa,
se trabalha ou se é à-toa;
na cara do lutador,
quando está sentindo dor;
vai ler na casa de alguém
o gosto que o dono tem;
e no pêlo do cachorro,
se é melhor gritar socorro;
e na cinza da fumaça,
o tamanho da desgraça;
e no tom que sopra o vento,
se corre o barco ou vai lento;
também na cor da fruta,
e no cheiro da comida,
e no ronco do motor,
e nos dentes do cavalo,
e na pele da pessoa,
e no brilho do sorriso,
vai ler nas nuvens do céu,
vai ler na palma da mão,
vai ler até nas estrelas
e no som do coração.
Uma arte que dá medo
é a de ler um olhar,
pois os olhos têm segredos
                                           difíceis de decifrar.